Metas



Nas hepatites
Efetiva implantação de forma SUSTENTADA dos Programas Nacional/Estadual/Municipal de Prevenção e Tratamento das Hepatites Virais pelo Ministério da Saúde, contemplando, minimamente, os seguintes pontos:
- Estrutura de centros de referência adequadamente aparelhados para prover os pacientes com exames de TESTAGEM ANÔNIMA, exames de biologia molecular, biópsias, estabelecimento das rotinas de tratamento, com acompanhamento multidisciplinar e medicamentos eficazes, com total suporte de verbas do FAEC ESTRATÉGICO;
- Distribuição pelo SUS dos medicamentos de última geração, sempre que recomendado por prescrição médica;
- Campanha à nível nacional pela mídia, visando orientação e prevenção dirigida à população, em especial em relação a hepatite C e estimulando a vacinação da população contra hepatite B;
- Realização de censo nacional e mapeamento da hepatite C e B no país, para definição de perfeita estrutura de atendimento e tratamento; e
- Ações no campo político no sentido da existência de perfeita sinergia entre governos federal, estaduais e municipais no desenvolvimento de Programas de Prevenção e Tratamento das Hepatites Virais.
Nos transplantes
Ação por parte do Ministério da Saúde, Serviço Nacional de Transplantes visando:
- Disseminar a cultura do altruísmo da doação de órgãos junto à população, com ações constantes via mídia (rádio/TV/outdoors/jornais/revistas/cinemas);
- Construção por parte do MS/SNT de agenda positiva dos transplantes no Brasil, com divulgação pela mídia de resultados e “casos” de grande impacto;
- Estruturação de rede de informações com disponibilização de todos os dados relativos aos transplantes no país, com amplo detalhamento por tipo cadavérico, intervivos e com a utilização dos denominados órgãos limítrofes, por equipe credenciada, com indicadores de sobrevida e retransplantes;
- Reestruturação com profundidade, visando tornar moderna e objetiva a ação de captação de órgãos no país, hoje muito secionada em competências e sem comprometimento com metas e sucesso. Estruturar e determinar a efetiva implantação em todos os hospitais das COMISSÕES INTRA-HOSPITALARES DE TRANSPLANTES – CIHT, com pessoal treinado;
- Ação direcionada aos setores de emergências médicas dos hospitais, em especial as UTIs, visando superar a relevante subnotificação de potenciais doadores, hoje responsável maior pela carência de órgãos para enxertos no país;
- Ação direcionada aos hospitais e as centrais de captação de órgãos visando reduzir a níveis aceitáveis as perdas de doadores por PCR (parada cárdio respiratória);
- Avanços reais na HUMANIZAÇÃO dos critérios de alocação de órgãos aos pacientes listados no Cadastro Técnico (lista única) dependentes de órgãos vitais, principalmente o fígado, visando diminuir o expressivo percentual de mortalidade no período na lista de espera; e
- Crescimento da rede SUS com inclusão de hospitais privados na realização de transplantes e, PRINCIPALMENTE, crescimento horizontal na rede incluindo NORTE/NORDESTE e CENTRO-OESTE, determinando que as Secretarias Estaduais organizem adequadamente a estrutura de captação de órgãos nos seus Estados e que os hospitais implantem de forma efetiva as CIHT.
E como META MAIOR e INDISPENSÁVEL, a introdução e participação efetiva dos REPRESENTANTES LEGALMENTE CONSTITUIDOS como organizações de pacientes no POLO ATIVO das discussões dos problemas de saúde pública no país.